Eliane Penachim
Fonoaudióloga
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ISABELLA BARONI

 

Desde o nascimento do meu 2º filho, dividia com o pediatra as suspeitas de que havia alguma coisa diferente com meu bebê. Ele era muito irritado, não dormia, vivia com assadura por fralda, teve crise respiratória e por aí vai.... até que no quarto mês de vida desenvolveu dermatite atípica e de grande extensão, sendo diagnosticado com APLV. Consegui manter aleitamento materno exclusivo até o 6° mês, sendo que eu fazia as restrições alimentares, contudo a dermatite persistia.

A introdução alimentar dele foi um fracasso, tentei iniciar com manga e ele provou, mas depois não aceitou nenhuma outra colher.... e todos os dias, em todos os horários, tentava arduamente fazê-lo aceitar diferentes tipos e consistências de alimentos e não obtinha êxito. Junto a isso comecei minha saga de buscar por um profissional que me ajudasse. Passei por vários médicos e até uma fonoaudióloga sem sucesso. Aos 8 meses descobrimos que além da alergia ao leite, ele tinha alergia ao ovo. 

O pediatra dele me disse que eu precisava procurar um profissional especialista para acompanhá-lo. Entre idas e vindas a outros tantos profissionais, quando ele já estava com 1 ano (mantendo só aleitamento materno e total recusa alimentar para qualquer outra coisa) passamos por consulta com a Dra. Ariana Yang que me disse que naquele momento o maior problema do meu filho não era a alergia e, sim, o fato dele não comer. Foi por ela que chegamos à Eliane, que com sua sensibilidade nos atendeu em seu horário de almoço para fazer a avaliação que a médica havia solicitado, não nos deixando voltar pra casa (moramos a 350 km de Campinas) sem uma resposta. Na avaliação me mostrou como uma pessoa sem déficits fazia para se alimentar e como ele se comportava em contato com alimento... fiquei extasiada, pois tudo que eu procurava era uma pessoa que me desse respostas sobre meu filho e que tivesse uma conduta a seguir em busca de melhora, mesmo que lenta, que ele começasse a comer. Nos fora proposto terapia duas vezes por semana, e o deslocamente não foi um empecilho para fazermos o tratamento, pois, pelo primeiro contato com ela, tinhamos certeza que os resultados viriam e a cada semana eles foram aparecendo. Meu bebê começou a aceitar o pastoso grosso e hoje já come a consistência da alimentação da família. Ele está 100%? Ainda não, mas continuamos firmes na terapia. Sempre tive consciência que recusa alimentar não é normal e que precisa ser tratada.Sou muita grata pela profissional que cruzou nossos caminhos e como ela foi importante para o desenvolvimento do meu filho e para nossa família.

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