Eliane Penachim
Fonoaudióloga
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ALIMENTAÇÃO

 

A amamentação é o inicio de todo processo alimentar do ser humano. A partir dos 6 meses inicia-se a tão esperada introdução alimentar. Ela vem repleta de dúvidas, polêmicas, métodos, palpites e ansiedade. A Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Pediatria
(SBP) recomendam que todo bebê receba aleitamento materno exclusivo até 6 meses de idade e após essa idade de forma gradual seja feita a introdução alimentar.

 

Essa recomendação é importante pois o sistema gastrointestinal do bebê ainda não está tão amadurecido podendo causar riscos de reações adversas, inclusive alergias. Cabe ressaltar que o aleitamento materno deve continuar mesmo com a introdução dos alimentos, e pode ocorrer antes, durante e depois das refeições. O leite humano não interfere na absorção dos nutrientes, isso ocorre com leite de vaca.

 

A amamentação é o inicio de todo processo alimentar do ser humano. A partir dos 6 meses inicia-se a tão esperada introdução alimentar. Ela vem repleta de dúvidas, polêmicas, métodos, palpites e ansiedade. A Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Pediatria
(SBP) recomendam que todo bebê receba aleitamento materno exclusivo até 6 meses de idade e após essa idade de forma gradual seja feita a introdução alimentar. Essa recomendação é importante pois o sistema gastrointestinal do bebê ainda não está tão amadurecido podendo causar riscos de reações adversas, inclusive alergias. Cabe ressaltar que o aleitamento materno deve continuar mesmo com a introdução dos alimentos, e pode ocorrer antes, durante e depois das refeições. O leite humano não interfere na absorção dos nutrientes, isso ocorre com leite de vaca.


Após 6 meses o desenvolvimento neuro motor da criança está melhor, o tronco e a cabeça podem estar mais centralizados, na maioria das vezes já sentam sem apoio, os movimentos de lábios e língua estão mais desenvolvidos podendo iniciar a mastigação com lateralização de língua.

Para a criança iniciar a introdução alimentar além dos aspectos motores orais em desenvolvimento, cognitivos, ambientais e físicos é necessário também os aspectos emocionais que possam envolver o bebê através das oportunidades de olhar, pegar, tocar, brincar e provar o alimento e assim construir uma boa conexão com a comida.

O tempo de introdução alimentar é de cada criança, cada bebê tem seu ritmo. Mas cabe ressaltar que são os pais que irão incentivar e observar se esta introdução está acontecendo de forma crescente ou não. Pois alguns problemas podem aparecer neste percurso como falta de apetite, patologias
conhecidas da infância como otites, refluxo gastroesofágico, alergias, gripes, e até mesmo rotina e estados emocionais.

 

A alimentação é uma ação complexa, aprendida, baseada nas experiências, tem relação com a nutrição, segurança e aspectos biopsicossociais. Portanto a introdução alimentar deve acontecer de forma natural, envolvendo todos estes requisitos. Isso tudo contribui com o desenvolvimento da maturidade física, alimentar e psicológica da criança criando uma vida saudável. É importante apresentar desde cedo ao bebê vários tipos de alimentos com sabores e texturas diferentes. Mesmo que ele faça careta, gestos e cuspa determinados alimentos continue lhe apresentando estes alimentos, isso faz parte do aprendizado alimentar. A variação de temperatura também é interessante para juntamente com sabor e texturas desenvolver na criança o paladar e estimular assim seu desenvolvimento. As preferências e dificuldades alimentares podem ser observadas durante estas ações do momento da alimentação e é muito importante diferenciá-las. As chamadas recusas alimentares e seletividades alimentares são decorrentes de situações difíceis, dolorosas, desconfortáveis, estressantes e angustiantes que essa criança passou e impactou em seu desenvolvimento alimentar. A introdução alimentar pode ser orientada , cuidada e tratada por uma equipe multidisciplinar com médicos, fonoaudiólogos, nutricionistas, psicólogos e outros se surgirem alguns problemas. O importante é a família perceber precocemente e buscar ajuda quando notar que a evolução não está acontecendo de maneira satisfatória, nutricional, segura, prazerosa e feliz. Pois é assim que deve ser a alimentação.